<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5373797818493128911</id><updated>2012-02-16T05:39:28.251-08:00</updated><category term='negócio'/><title type='text'>design inteligente</title><subtitle type='html'>Considerações sobre o processo do design, desde as primeiras perceções e discussões até a peça concluída.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://dmppontobr.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5373797818493128911/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dmppontobr.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Renata Zilse</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14816522729186917400</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yOQuF6XyWHg/SC4wO-h6lDI/AAAAAAAAAAQ/qwp0hCY2LBw/S220/rz_p.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>7</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5373797818493128911.post-4617171309973698932</id><published>2011-05-04T08:10:00.000-07:00</published><updated>2011-05-04T08:16:56.403-07:00</updated><title type='text'>Logo à granel</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;//Renata Zilse&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me vi obrigada a escrever hoje, quase que em um espasmo, a esse respeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contrariando todas as teorias de branding, definições estratégicas, posicionamento corporativo, algumas empresas sérias no Brasil ainda se vêem inclinadas a comprar suas marcas em sites de logo à granel – e muitas efetivam!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só neste último mês foram dois grandes clientes nossos que tiveram esse ímpeto: um nos escutou e outro nem pensou nisso. Está indo adiante com a compra de uma marca nova para sua empresa...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Respeito os colegas de profissão que seguem por essa linha, mas é impossível ter credibilidade em profissionais que “criam” marcas a partir de critérios empurrados para o cliente como:&lt;br /&gt;- tipo de marca que gosta (tipográfica, pictorial, abstrata etc);&lt;br /&gt;- valores a comunicar (mais feminina ou mais masculina; mais jovem ou mais madura; mais séria ou mais brincalhona);&lt;br /&gt;- que cores prefere...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalhamos com um processo sério de criação de marcas, assim como outros estúdios de design, com metodologia, discussão, pesquisa. Não cabe ao cliente decidir sozinho critério nenhum! É um processo colaborativo entre o cliente e os designers envolvidos no processo. Uma marca é feita para comunicar valores, conceitos, perspectivas, aspirações etc etc aos CONSUMIDORES do nosso cliente! Entregar essa responsabilidade ao cliente é no mínimo leviano e certamente totalmente imaturo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cliente não sabe disso. E sua decisão é pelo preço. Por que pagar R$ 5.000,00 (pra começar) se eu posso pagar U$ 800.00?&lt;br /&gt;Respondo aqui:&lt;br /&gt;- para que sua marca comunique os valores da sua empresa, que não são percebidos num questionário de 5 perguntas. São buscados em pesquisas com colaboradores, stakeholders, consumidores e com a própria história da empresa, quando redesign de marca;&lt;br /&gt;- para que ela seja exclusiva;&lt;br /&gt;- para que ela seja duradoura e acompanhe suas extensões (sbmarcas, subprodutos, novos serviços etc.);&lt;br /&gt;- para que os herdeiros da sua empresa, daqui a 50 anos, tenham orgulho de empunhá-la;&lt;br /&gt;- para que no caos que é hoje o mercado, as pessoas consigam identificar a sua empresa pelos seus diferenciais, pelas suas sutilezas;&lt;br /&gt;- para que sua empresa atinja o seu público definido (target) e não receba enxurrada de requisições descabidas;&lt;br /&gt;- para que seu público te reconheça e lembre da sua empresa mesmo quando não estiver vendo a sua marca;&lt;br /&gt;- para que seu público tenha orgulho de ser seu cliente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5373797818493128911-4617171309973698932?l=dmppontobr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dmppontobr.blogspot.com/feeds/4617171309973698932/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://dmppontobr.blogspot.com/2011/05/logo-granel.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5373797818493128911/posts/default/4617171309973698932'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5373797818493128911/posts/default/4617171309973698932'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dmppontobr.blogspot.com/2011/05/logo-granel.html' title='Logo à granel'/><author><name>Renata Zilse</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14816522729186917400</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yOQuF6XyWHg/SC4wO-h6lDI/AAAAAAAAAAQ/qwp0hCY2LBw/S220/rz_p.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5373797818493128911.post-6892454107891131962</id><published>2011-03-27T18:06:00.001-07:00</published><updated>2011-03-27T18:22:53.068-07:00</updated><title type='text'>Design Thinking</title><content type='html'>&lt;!--StartFragment--&gt;&lt;i&gt;//Renata Zilse&lt;/i&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Várias instituições estão se apropriando do assunto e enxertando cursos com este tema em suas cartelas de ofertas dentro do design! Se soubessem de fato do que se trata, veriam que estão chovendo no molhado. Ou, certamente, apenas querendo pegar carona na fama do termo (e no volume de acessos que isso tem gerado no Google!).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Bastante disseminado ultimamente pela Ideo através de seu CEO TIM Brown, o termo (ou processo ou disciplina) se apropria de metodologias e do processo de design em si dentro de um novo universo, o de negócios, para enxergar as questões por outro ângulo e, como objetivo final, inovar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Durante seminário de dois dias na PUC-Rio, cujo tema foi este, mas de forma muito acertada voltado para inovação, pude ver de perto como estamos lidando essa questão no Brasil. Leia mais em &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://renatazilse.blogspot.com/"&gt;http://renatazilse.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;!--EndFragment--&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5373797818493128911-6892454107891131962?l=dmppontobr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dmppontobr.blogspot.com/feeds/6892454107891131962/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://dmppontobr.blogspot.com/2011/03/design-thinking_27.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5373797818493128911/posts/default/6892454107891131962'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5373797818493128911/posts/default/6892454107891131962'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dmppontobr.blogspot.com/2011/03/design-thinking_27.html' title='Design Thinking'/><author><name>Renata Zilse</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14816522729186917400</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yOQuF6XyWHg/SC4wO-h6lDI/AAAAAAAAAAQ/qwp0hCY2LBw/S220/rz_p.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5373797818493128911.post-4007880227768469784</id><published>2009-12-14T06:43:00.000-08:00</published><updated>2009-12-14T07:00:59.412-08:00</updated><title type='text'>Zeitgeist e o estagiário</title><content type='html'>&lt;div&gt;// Ana Paula Binder&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vou começar o meu primeiro post neste blog com uma palavra feia: Zeitgeist. Essa palavra alemã (pronuncia-se zaitgaist) pode ser traduzida como "espírito do tempo". Ou seja, o clima cultural, espiritual, estético, político, social de uma determinada era. Se eu tivesse que definir o zeitgeist de nossa época, diria que ele pode ser representado por uma angustiante correria contra o tempo, num cenário de excesso de informações. Alguma coisa mais ou menos como o site que esta empresa de telefonia criou para divulgar seus serviços: &lt;a href="http://now.sprint.com/widget/"&gt;http://now.sprint.com/widget/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Claro que essa é uma opinião pessoal e que não me baseei em nada muito além da experiência adquirida em anos de sociologia de botequim para chegar à minha conclusão. Mas sei também que muitos hão de concordar comigo. Basta olhar ao redor. Segundo o relatório "Zeitgeist" (sim, existe um relatório com esse nome), um dos termos mais pesquisados no Google no ano de 2009 foi "Twitter", o microblog que tem como uma de suas principais funções atuar como um clipping de notícias de fontes interessantes ao respectivo usuário. Não por acaso. Há sempre uma sensação de que não se pode ficar "por fora", de que se nos desconectarmos – tanto no sentido tecnológico quanto no social –, por um minuto que seja, podemos ter perdas imensuráveis. Por isso mesmo, cada escolha que temos que fazer é tão angustiante: de repente, pegar o caminho errado significa uma fatalidade que determinará todo o curso equivocado de nossas vidas. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Neste momento é que temos que acender o sinal de alerta. Já perceberam como os spas, as clínicas de relaxamento, os quiosques de massagens express (!!!) se multiplicam como coelhos? Afinal nessa corrida insana contra o tempo e contra os limites do humano, os únicos vencedores são a ansiedade e o estresse. É preciso estabelecer limites em prol de nossa qualidade de vida. Até mesmo porque excesso de informação não significa necessariamente conhecimento e, rapidez definitivamente não é sinônimo de eficiência. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Além disso, temos que aceitar o fato de que não somos todos iguais. Que o que funciona para um pode não funcionar para outro. Por isso mesmo, não existe esse negócio de "passo errado" e caminhos sem volta. Falar em "hora certa" também pressupõe uma exatidão que não nos é natural. A hora certa pra entrar na faculdade, pra se formar, pra começar a trabalhar, pra casar... &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pressionar um adolescente de 17 anos para que ele, na ocasião do vestibular, saiba o curso que quer fazer, como se isso fosse definir toda a sua futura vida profissional, é cruel. É preciso ter em mente que mudar o caminho não significa falhar. A palavra "errar" vem do latim &lt;i&gt;errare&lt;/i&gt;, que significa vagar, andar, flanar. E o caminho só se faz quando se anda, não importa se mudemos a direção ocasionalmente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Isso tudo me veio à mente quando comecei a entrevistar candidatos a estágio aqui para a dmp.br. Além do nervosismo compreensível, pude identificar em muitos daqueles garotos uma imaturidade profissional que não se espera de alunos prestes a se formar. Na pressa para "pegar o canudo", muitos fizeram suas grades de horários de maneira a concluir o curso o mais rápido possível, desperdiçando assim uma excelente oportunidade de se dedicar e ir mais a fundo em cada matéria. Ao invés de preencherem seus tempos vagos com cursos extra-curriculares e estágios, que complementariam sua educação acadêmica, se dedicaram a uma correria atrás de créditos como se o diploma fosse, por si só, a garantia de sucesso. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Assim, muitos terminam a universidade apenas com o conhecimento teórico. Isso na melhor das hipóteses. Muitas vezes vemos alunos de 8º período, com um portfolio feito apenas de trabalhos de faculdade. Alguns desses trabalhos revelam até a criatividade do candidato, mas pouco dizem sobre a habilidade do mesmo com relação à conceituação ou como lidam com requisitos e restrições de projeto. É claro que não se procura qualidades de um profissional em um estagiário – um estágio pressupõe aprendizado –, mas certos conhecimentos (como o básico dos softwares mais usados) são indispensáveis mesmo para quem ainda não se formou.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Minha dica para aqueles que estão na universidade é: tire o máximo proveito dessa experiência, procure ter aulas com os melhores professores e tente absorver tudo como uma esponja. Aproveite para fazer estágios e veja isso como uma oportunidade de conhecer as diferentes áreas de atuação profissional. Só assim você vai descobrir em qual delas você se sentiria mais realizado e feliz. Não se preocupe tanto com a data da sua formatura e não pense nela como uma data-limite para parar de estudar. Para o bom profissional esse dia, o de parar de estudar, não chega nunca. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5373797818493128911-4007880227768469784?l=dmppontobr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dmppontobr.blogspot.com/feeds/4007880227768469784/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://dmppontobr.blogspot.com/2009/12/zeitgeist-e-o-estagiario.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5373797818493128911/posts/default/4007880227768469784'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5373797818493128911/posts/default/4007880227768469784'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dmppontobr.blogspot.com/2009/12/zeitgeist-e-o-estagiario.html' title='Zeitgeist e o estagiário'/><author><name>Renata Zilse</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14816522729186917400</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yOQuF6XyWHg/SC4wO-h6lDI/AAAAAAAAAAQ/qwp0hCY2LBw/S220/rz_p.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5373797818493128911.post-4531083500459828666</id><published>2009-09-27T13:45:00.000-07:00</published><updated>2009-09-27T13:48:12.378-07:00</updated><title type='text'>Projeto corporativo de gestão de conhecimento</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;//Renata Zilse&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tendo em vista tendências no mundo corporativo, percebemos um crescente interesse nas empresas em gerar negócios através do seu site. Em alguns casos esses negócios são diretos, como e-commerce. Em outros os ganhos são indiretos mas não menos poderosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em matéria publicada no jornal O Globo de 27 de setembro de 2009, o consultor Ian Black, especialista em marketing viral e estratégias em redes sociais, explica que a internet amplifica a possibilidade de os consumidores falarem das empresas em seus vários canais (blog, Twitter, Orkut, YouTube), mas isso representa riscos e oportunidades:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Uma opinião sobre a empresa fica na web e pode ser recuperada a qualquer hora. Cabe a ela tirar proveito disso. É possível monitorar tudo o que se refere à empresa, evitar crises e conhecer melhor o consumidor. Mas já está claro que esse tipo de exposição obriga a empresa a ser mais verdadeira, a não prometer o que não vai cumprir, pois é fácil desmascarar uma oferta falsa, e essa informação será disseminada rapidamente.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Redes sociais aumentam a "visibilidade" da empresa na internet e representam uma poderosa ferramenta de disseminação: quanto maior a presença da empresa na web de maneira geral, maior a incidência da mesma em ferramentas de busca. E é claro, ferramentas como Blog e Twitter são excelentes espaços para que pessoas da empresa expressem suas opiniões e disseminem seus conhecimentos mostrando o capital intelectual de onde trabalham.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tão ou mais importante que essa presença é a estruturação do conhecimento gerado/utilizado da empresa. Pouquíssimas se preocupam com isso hoje em dia, mas a verdade é que da mesma forma que pessoas fazem diferença pelos seus conhecimentos e expertises, empresas não podem depender de suas presenças físicas. A única maneira de fazer isso é "controlando" todo o conhecimento gerado internamente – mas que isso não seja entendido como censura!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que aquele conhecimento específico que existe na cabeça de cada um é exclusividade do seu dono, mas é claro também que várias cabeças juntas formam o bem mais valioso! Se o que cada colaborador de uma dada empresa sabe, puder ser compartilhado de alguma forma, acessado e utilizado por outros para retroalimentar essa cadeia de conhecimento, esse bem, antes intangível, passa a ser administrável e rico. Esse é o desafio de um bom projeto de gestão de conhecimento: fazer com que todo e qualquer conhecimento gerado, produzido e utilizado dentro da empresa possa ser controlado (no sentido de gestão) e disseminado para todos os seus colaboradores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ganhos aqui indiretos são os mais valiosos que se pode ter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.) GESTÃO DE CONHECIMENTO&lt;br /&gt;Que conhecimento é esse? Onde ele está? Como ele é gerado, aumentado, acessado? Para onde ele tende crescer? Como ele deve ser organizado? De que maneira ele deve ser consultado? Tudo se relaciona com tudo? Quais são essas variáveis? Quais são as formas de resgate de informação? Para que e como as informações precisam ser resgatadas? Essas e outras perguntas fazem parte da primeira fase do projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De uma forma ilustrada é como se fôssemos avaliar um acervo para construção de uma biblioteca. A partir do entendimento desse acervo - quantos e quais títulos, assuntos, autores, datas, países, bem como formato, periodicidade de aquisição, etc. - podemos definir o tamanho da sala, a quantidade de prateleiras, os rótulos de cada seção, os itens mais fáceis de acessar, a maneira de monitorar empréstimos bem como em quanto tempo essa sala deverá receber novas estantes e até mesmo aumentar de tamanho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.) ESTRUTURA TECNOLÓGICA&lt;br /&gt;Com essas informações já conseguimos preparar o terreno para a construção da biblioteca. É hora de trabalhar a tecnologia. Mas a infra-estrutura física é apenas parte desse trabalho. Hoje uma boa porção de tempo e esforço está na montagem de estruturas inteligentes para gestão desse conhecimento. Web semântica, redes neurais, bioinformatica: tecnologia para suporte a essa gestão de conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é uma área inovadora, pesquisa de ponta e se encontra nas universidades. Um bom projeto nesse sentido une iniciativa privada e instituições de ensino, como deve ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.) MINERAÇAO DE DADOS&lt;br /&gt;Com todo o conhecimento entendido, cada unidade de informação contemplada, com a infra-estrutura física e lógica, é hora de trabalhar. Todo o processo diário da empresa de geração, resgate e retroalimentação de informação pode agora ser gerido, observado, relatado e analisado para tomada de decisão: seja rumos ou ações de marketing; (re)posicionamento estratégico ou campanhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse é um serviço muitas vezes feito internamente na empresa, mas a verdade é que é um trabalho hercúleo que exige uma dedicação intensa. O software – comum hoje em dia – é o investimento mais simples. Ter pessoas capazes de perceber comportamentos nos dados e apontar tendências é o grande pulo do gato aqui. Os dados gerados constantemente são dados e apresentam pregnância aqui ou ali, mudança de comportamento repentino, situações que não exigem um conhecimento específico da área da empresa em questão, mas basicamente atenção de mineradores desses dados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é a terceira, mas não última etapa do processo. Não é a última porque isso é um ciclo. Todo bom projeto de gestão de conhecimento não termina nunca. O resultado da mineração bem como o dia-a-dia da empresa leva a novas descobertas, novos rumos e nova análise desse conhecimento. Que por sua vez leva a novos investimentos em estrutura tecnológica e o trabalho de mineração continuando...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um projeto nesse sentido é longo, custoso, embora diluído pelo tempo de desenvolvimento, mas extremamente enriquecedor! As empresas que hoje estão trabalhando nesse sentido estarão em muito pouco tempo há anos luz de suas concorrentes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5373797818493128911-4531083500459828666?l=dmppontobr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dmppontobr.blogspot.com/feeds/4531083500459828666/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://dmppontobr.blogspot.com/2009/09/projeto-corporativo-de-gestao-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5373797818493128911/posts/default/4531083500459828666'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5373797818493128911/posts/default/4531083500459828666'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dmppontobr.blogspot.com/2009/09/projeto-corporativo-de-gestao-de.html' title='Projeto corporativo de gestão de conhecimento'/><author><name>Renata Zilse</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14816522729186917400</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yOQuF6XyWHg/SC4wO-h6lDI/AAAAAAAAAAQ/qwp0hCY2LBw/S220/rz_p.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5373797818493128911.post-7168395979713076643</id><published>2009-06-06T11:18:00.000-07:00</published><updated>2009-06-06T11:22:20.920-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='negócio'/><title type='text'>O desafio do atendimento ao cliente não é preço, mas viabilidade</title><content type='html'>&lt;em&gt;//Renata Zilse&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos escritórios de design determinam preços fechados para determinados projetos e os praticam para todo e qualquer cliente, independentemente da abrangência ou escopo do mesmo numa dada situação. Na maioria das vezes isso ocorre por uma questão de processos: quem faz os orçamentos não é designer ou não conhece bem todas as etapas ali incluídas. Dessa forma, estabelecer projetos como “produtos de prateleira” passa a ser uma necessidade de sobrevivência do escritório. Só que esse modelo precisa ser repensado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos clientes – não necessariamente pequenos – precisam de um projeto de, por exemplo, um folder mas sua verba é curta e o tempo mais ainda. Dizer “nosso preço é esse e pronto” obviamente não viabiliza o trabalho. Sentar com ele e entender realmente sua necessidade, prazos e custos vai permitir de fato resolver o seu problema e determinar de ante-mão que folder é esse: qual o conteúdo terá, se quatro cores, faca especial e verniz &lt;em&gt;highgloss&lt;/em&gt; ou duas cores, corte reto e vinco, duas dobras. Isso impacta no custo produção e também de criação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja, citei o exemplo de um folder mas esta abordagem serve para qualquer projeto, tanto &lt;em&gt;branding&lt;/em&gt; e consultoria em &lt;em&gt;user experience&lt;/em&gt; quanto um site ou embalagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, para os escritórios de design, formatar uma proposta é de fato a primeira etapa de um trabalho e, a meu ver, envolve um diretor de arte e um gerente de projetos, se houver. Esse custo, que muitas vezes não é pago (quando a proposta não é aprovada) deverá estar mensurado em horas de trabalho e cobrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é um processo complexo para uma peça simples a tendência acaba sendo desistir delas ou, o que procuramos fazer no estúdio, juntar todas essas peças de comunicação pontuais do cliente num projeto maior de comunicação corporativa durante períodos de 1 ano, que normalmente se renovam. Dessa maneira trabalhamos junto com o planejamento estratégico do cliente, tendo em vista peças e ações previstas para o período bem como investimentos e retornos esperados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5373797818493128911-7168395979713076643?l=dmppontobr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dmppontobr.blogspot.com/feeds/7168395979713076643/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://dmppontobr.blogspot.com/2009/06/o-desafio-do-atendimento-ao-cliente-nao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5373797818493128911/posts/default/7168395979713076643'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5373797818493128911/posts/default/7168395979713076643'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dmppontobr.blogspot.com/2009/06/o-desafio-do-atendimento-ao-cliente-nao.html' title='O desafio do atendimento ao cliente não é preço, mas viabilidade'/><author><name>Renata Zilse</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14816522729186917400</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yOQuF6XyWHg/SC4wO-h6lDI/AAAAAAAAAAQ/qwp0hCY2LBw/S220/rz_p.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5373797818493128911.post-5834221219381271073</id><published>2009-05-24T18:44:00.000-07:00</published><updated>2009-05-24T18:49:25.387-07:00</updated><title type='text'>Alguns dados valiosos sobre embalagens</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;//Marcos Prudencio&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Sobre consumidores:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;um cidadão comum recebe até 3000 mensagens de marketing por dia;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;gasta até 50 MINUTOS no supermercado em compras grandes;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;vê 20 embalagens por minuto;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;a embalagem tem 3 SEGUNDOS para atrair a atenção do consumidor;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;se não houver reconhecimento da marca até 3 metros a chance de compra é de 5%.&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;80% das decisões de compra são feitas por impulso e 90% dos produtos comercializados num supermercado tem na embalagem como única mídia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, a embalagem é o veículo mais poderoso de comunicação entre a empresa e o consumidor. Onde o mesmo não consegue separar produto do conteúdo, são únicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EMBALAGEM RUIM = PRODUTO RUIM&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5373797818493128911-5834221219381271073?l=dmppontobr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dmppontobr.blogspot.com/feeds/5834221219381271073/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://dmppontobr.blogspot.com/2009/05/alguns-dados-valiosos-sobre-embalagens.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5373797818493128911/posts/default/5834221219381271073'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5373797818493128911/posts/default/5834221219381271073'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dmppontobr.blogspot.com/2009/05/alguns-dados-valiosos-sobre-embalagens.html' title='Alguns dados valiosos sobre embalagens'/><author><name>Renata Zilse</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14816522729186917400</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yOQuF6XyWHg/SC4wO-h6lDI/AAAAAAAAAAQ/qwp0hCY2LBw/S220/rz_p.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5373797818493128911.post-6087092183787458326</id><published>2009-05-24T18:22:00.000-07:00</published><updated>2009-05-24T18:49:40.806-07:00</updated><title type='text'>Um site corporativo é mais uma mídia para fazer negócios.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;//Renata Zilse&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Um dos principais problemas de desenvolvimento de sistemas interativos é o entendimento da questão “foco no usuário”. Usuários são pessoas: clientes, consumidores, pacientes, leitores, convidados, termos que variam de acordo com o tipo de negócio em questão. Esse é o ponto. O foco deve ser no negócio e não mais no sistema (primeira fase da internet) ou no “usuário” de uma maneira genérica (segunda).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja, a internet é o principal veículo de comunicação, já vimos isso. Também o mais barato e certamente o mais direto. Sendo o objetivo principal &lt;span style="font-style: italic;"&gt;business&lt;/span&gt;, o que o site precisa é: vender um produto, vender um conceito, atender, fornecer conteúdo etc. Para isso é necessário saber o que os leitores do seu site querem fazer ali – que algumas vezes pode ser diferente do que ele faria indo pessoalmente a sua empresa ou fazendo contato por telefone.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em métodos aplicados no desenvolvimento de sistemas interativos para entendimento de pessoas extraídos da ergonomia, procuramos analisar a “tarefa do usuário” durante o uso num determinado dispositivo. E não são tarefas genéricas, mas reais retiradas de um questionário preliminar ou algum outro método, mas sempre pautados na estratégia do produto. A partir da observação e análise das pessoas durante o desempenho dessas tarefas é que nos faz de fato entender se o sistema está atendendo ou não suas necessidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando falo “sempre pautados na estratégia do produto” quero dizer que nenhuma pesquisa ou método deva ser aplicado a partir de uma receita de bolo, com questões pré-definidas retiradas de algum papa da usabilidade. Um site é uma mídia que deve vir orientada por uma estratégia de comunicação e marketing. Vai vender? Por quê? Pra quem? Vai entregar no mundo inteiro? Quem compra o produto? Só com esse delineamento (essas perguntas não encerram a pesquisa) é possível estabelecer o perfil das pessoas que devem ser testadas e as tarefas que poderão desempenhar. Jamais acredite em profissionais que digam “seu site deverá servir para todos, de qualquer idade, sexo, cultura ou religião”. Isso não é verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tendo essas questões sobre quem usa e o que estes poderão fazer no site, fica mais fácil delineá-lo. E menores são as chances de erro. E principalmente: maiores são as chances de fechar um negócio, seja ele qual for: escolher a configuração de um veículo, comprar um roteador wireless, saber o endereço de uma clínica, conhecer os clientes de uma empresa, checar a idoneidade etc etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, o que pouco se comenta é que isso deve ser um trabalho constante. Pessoas mudam: de opinião, endereço, classe social, nível educacional, estado civil, estilo de vida, hábito de consumo... E isso deve estar em constante avaliação, não apenas no desenvolvimento desse sistema interativo. Sites que possibilitam um relacionamento freqüente com seus clientes também devem armazenar, cruzar e extrair informações valiosas para a empresa, alguns exemplos:&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;O cliente XPTO compra semanalmente R$ 100,00 em média num supermercado virtual e uma vez por mês gasta R$ 200,00. Por quê, você sabe responder?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Uma paciente de uma clínica fez uma cirurgia e precisa fazer uma revisão 6 meses depois. Quem vai lembra-la dessa nova consulta? &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Um dado médico indica em media 5 pacientes para uma clínica por mês. Ele recebe algum tipo de benefício? A empresa tem esse cruzamento?&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;Isso tudo não se descobre com um questionário ou uma pesquisa de satisfação. Se descobre com registro e mineração de dados. Um sistema bem preparado para “observar” hábitos de uso e uma estratégia de avaliação desses dados bem feita garantem ações futuras eficazes num relacionamento de longo prazo. Importante é não perder a chance de descobrir (e registrar) informações a respeito desse cliente que entrou pra comprar, ler, se informar. Poucas são as empresas que se preocupam com isso. São informações valiosas que estão indo pelo fio diariamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em vez de gastar milhões com uma pesquisa de satisfação de seus clientes, leitores, compradores, enfim, “pessoas”, invista um pouco mais no desenvolvimento desse sistema interativo e prepare-o para colher informações constantes sobre eles. Depois muitas ações poderão surgir daí como por exemplo uma promoção especial para acompanhar uma compra rotineira, um lembrete de consulta, um “top ten” de pessoas indicantes de um dado estabelecimento, um convite exclusivo para uma premiére do filme esperado etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dica: se sua empresa ainda não faz um registro de acesso dos usuários – armazenando informações sobre suas tarefas desempenhadas no sistema, se possível identificando individualmente cada pessoa – uma fonte de informação bem bacana é a análise de logs fornecida pelos provedores. Na maioria delas é possível ver, por exemplo de onde os usuários vem e pra onde vão antes e depois do seu site, quais as páginas mais acessadas, o tempo médio que as pessoas ficam nelas etc. Uma análise bem feita desses logs já traz resultados bem interessantes.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;Num artigo recente (em inglês: &lt;a href="http://goodexperience.com/2008/05/the-top-8-mistakes-in.php"&gt;http://goodexperience.com/2008/05/the-top-8-mistakes-in.php&lt;/a&gt;) o autor menciona os oito erros capitais em usabilidade. Vale a pena a leitura. Complementa essa questão.&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5373797818493128911-6087092183787458326?l=dmppontobr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dmppontobr.blogspot.com/feeds/6087092183787458326/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://dmppontobr.blogspot.com/2009/05/um-site-corporativo-e-mais-uma-midia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5373797818493128911/posts/default/6087092183787458326'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5373797818493128911/posts/default/6087092183787458326'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dmppontobr.blogspot.com/2009/05/um-site-corporativo-e-mais-uma-midia.html' title='Um site corporativo é mais uma mídia para fazer negócios.'/><author><name>Renata Zilse</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14816522729186917400</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yOQuF6XyWHg/SC4wO-h6lDI/AAAAAAAAAAQ/qwp0hCY2LBw/S220/rz_p.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
